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política à portuguesa

A coragem de Rui Rio
Rui Rio merece o meu aplauso por tudo o que tem tentado fazer na cidade do Porto, mostrando que é possível fazer política de uma forma diferente. Não concordo com tudo que faz, especialmente alguns métodos que tem utilizado, mas na substância, estou quase sempre de acordo. A recente medida de passar a gestão do Tivoli para os privados merece o meu aplauso. Uma instituição que apenas gera 7% de receitas da sua despesa total não podia continuar a ser gerida da mesma forma. Rui Rio decidiu fazer alguma coisa, e bem.
Claro que aqueles que vivem à custa do estado, habituados às suas benesses, logo levantaram a voz contra esta decisão, um crime, segundo eles. Há poucos dias pensei para mim mesmo que nunca a cidade do Porto recebeu tantos espectáculos culturais de qualidade; basta reparar nos jornais e nas diversas campanhas de muppies espalhadas pela cidade. Claro, o que esta “gente” fala é dos espectáculos para os amigos, que apenas servem para o seu sustento. Quem paga? Os subsídios...claro. Esta gente da cultura (felizmente nem toda) terá que perceber que apenas o que gerar receitas tem sustentabilidade no futuro. O subsídio-dependência tem os dias contados. Aí, Rui Rio tem acertado em cheio.

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